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Protein Calculator
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Protein Calculator

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Daily protein intake calculator based on ISSN guidelines — adjust for muscle gain, fat loss, or maintenance. Includes meal distribution guide.

Body weight

Daily protein target (range)

Per meal (4 meals)

Multiplier used

ISSN guideline

Top protein sources (per 100g)

Chicken breast (cooked) 31g
Tuna (canned, drained) 26g
Lean beef (cooked) 26g
Cottage cheese 11g
Greek yogurt (non-fat) 10g
Tempeh 19g
Edamame (cooked) 11g
Lentils (cooked) 9g
Eggs (whole, raw) 13g
Whey protein powder ~80g/100g

Runs entirely in your browser. Nothing is uploaded.

De quanta proteína precisas realmente por dia?

A calculadora de proteínas fornece-te um objetivo diário personalizado com base no teu peso, nível de atividade e meta — seja manter a massa muscular, ganhar volume ou perder gordura sem sacrificar músculo. Introduz o teu peso, escolhe o objetivo e obtém uma gama recomendada em gramas por dia, com a justificação científica por trás do valor. Tudo funciona localmente no teu browser — sem carregamento de dados, sem conta, sem servidor.

A resposta resumida: a maioria das pessoas ativas precisa de muito mais proteína do que a recomendação padrão de 0,8 g/kg/dia da OMS, que foi criada para prevenir carências em adultos sedentários — e não para apoiar treino, recuperação ou recomposição corporal. A declaração de posição de 2017 da Sociedade Internacional de Nutrição Desportiva (ISSN) estabeleceu o intervalo ideal em 1,4–2,0 g/kg para adultos que praticam exercício, subindo para 2,0–2,4 g/kg em atletas com défice calórico. Esta calculadora utiliza esses intervalos como limite mínimo e máximo.

Objetivos específicos — manutenção, ganho muscular e perda de gordura

Para manutenção (manter a composição corporal atual com calorias de equilíbrio), 1,2–1,6 g/kg/dia é geralmente suficiente. Não estás a construir tecido novo de forma agressiva, apenas a repor o que o turnover celular normal decompõe. Para ganho muscular (excedente calórico com treino de força progressivo), o intervalo eficaz é 1,6–2,2 g/kg/dia. Estudos mostram que ingestas acima de 2,2 g/kg não proporcionam benefícios adicionais de hipertrofia — entramos em zona de rendimentos decrescentes, gastando dinheiro em proteína que será simplesmente excretada.

Para perda de gordura (défice calórico), as necessidades de proteína sobem para 2,0–2,4 g/kg/dia porque o organismo tende a queimar músculo como combustível quando as calorias são restritas. Uma proteína mais elevada durante o cutting preserva a massa magra, o que é importante porque perder músculo reduz a taxa metabólica e torna o défice mais difícil de manter. A investigação também mostra que dietas mais ricas em proteína reduzem o apetite durante a restrição calórica — tornando o processo mais suportável sem grandes batalhas de força de vontade.

Distribuição das refeições — importa quando comes a proteína?

A proteína diária total é a variável mais importante — consumir a quantidade certa ao longo do dia é mais relevante do que cumprir horários específicos. Dito isto, distribuir a proteína por 3 a 5 refeições produz uma síntese proteica muscular (SPM) modestamente superior à de comer a mesma quantidade em 1 ou 2 refeições. O motivo: a SPM é estimulada de forma dependente da dose até cerca de 30–40 g de proteína de alta qualidade por refeição, atingindo então um plateau. Comer 160 g distribuídos em quatro refeições de 40 g produz mais SPM total do que comer 160 g em duas refeições de 80 g — mesmo que o total seja o mesmo.

A "janela anabólica" (a ideia de que deves comer proteína nos 30 minutos após o treino) é muito menos importante do que se pensava. Uma meta-análise de 2013 no Journal of the International Society of Sports Nutrition concluiu que a ingestão diária total de proteína é muito mais determinante do que o timing peri-treino para a maioria das pessoas. Dito isso, uma refeição rica em proteína dentro de 2 horas do treino (antes ou depois) é sensata e prática.

Melhores fontes de proteína — animais, vegetais e suplementos comparados

As proteínas animais (frango, ovos, carne de vaca, peixe, laticínios) são "completas" — contêm todos os nove aminoácidos essenciais em quantidades adequadas e têm elevado valor biológico. A leucina, particularmente importante para desencadear a SPM, é abundante no whey, nos ovos e nas carnes. As proteínas vegetais (leguminosas, tofu, tempeh, seitan, edamame) tendem a ser mais baixas em um ou mais aminoácidos essenciais — sobretudo lisina (nos cereais) e metionina (nas leguminosas) — mas consumir uma variedade ao longo do dia preenche essas lacunas. Arroz com feijão, por exemplo, fornece em conjunto um perfil completo.

A proteína de whey em pó é o suplemento mais estudado para o ganho muscular, com centenas de ensaios aleatorizados a confirmar a sua eficácia. É de digestão rápida, rica em leucina (cerca de 11% do peso) e conveniente. A proteína de caseína (proteína do leite de digestão lenta) é frequentemente utilizada antes de dormir. Os suplementos proteicos à base de plantas (ervilha, arroz, misturas de cânhamo) têm melhorado e podem produzir ganhos comparáveis ao whey quando o teor de leucina é equivalente. Os suplementos devem complementar a alimentação, não substituí-la — os alimentos inteiros trazem fibra, micronutrientes e saciedade que os suplementos em pó não proporcionam.

Como se compara a outras ferramentas como Healthline, Examine e MyFitnessPal

A calculadora de proteínas da Healthline fornece uma estimativa rápida com multiplicadores fixos, mas não distingue fases de cutting ou bulking nem diferencia com precisão utilizadores sedentários de muito ativos. O Examine.com tem excelentes resumos de investigação sobre proteína, mas não disponibiliza uma calculadora interativa. O MyFitnessPal define por padrão 20% das calorias para proteína — uma abordagem baseada em percentagem que subestima as necessidades de utilizadores ativos e magros em défice. O Cronometer monitoriza a ingestão com precisão, mas exige registo das refeições para definir um objetivo, criando fricção.

Esta calculadora fornece um intervalo personalizado em gramas por dia com a justificação científica, uma lista de alimentos para atingir esse objetivo e um guia de distribuição por refeições — tudo sem criar conta, registar refeições ou instalar uma aplicação. Funciona inteiramente no teu browser, pelo que os teus dados ficam no teu dispositivo. Para quem quer uma resposta rápida e precisa a "quanta proteína preciso" sem se comprometer com uma aplicação de monitorização, este é o caminho mais direto.

Frequently asked questions

Quanta proteína preciso por dia?

A quantidade depende do teu peso corporal, nível de atividade e objetivo. O mínimo da OMS para adultos sedentários é 0,8 g por kg de peso corporal (0,36 g/lb) — suficiente para prevenir carências, mas não para apoiar o crescimento muscular ou a recuperação ativa. A Sociedade Internacional de Nutrição Desportiva (ISSN) recomenda 1,4–2,0 g/kg para adultos que praticam exercício, e até 2,4 g/kg para atletas em défice calórico que pretendem manter massa muscular. Esta calculadora utiliza os intervalos alinhados com a ISSN e ajusta-os para o teu objetivo específico: manutenção, ganho muscular, perda de gordura ou desporto de alto rendimento.

Quanta proteína preciso para ganhar músculo?

Para ganho muscular, a ISSN recomenda 1,6–2,2 g de proteína por kg de peso corporal por dia (0,73–1,0 g/lb). Uma pessoa de 75 kg que pretenda ganhar músculo deve ter como meta aproximadamente 120–165 g de proteína diária. Distribuir essa quantidade por 3 a 5 refeições de 30–45 g maximiza a síntese proteica muscular, uma vez que o organismo só consegue utilizar cerca de 30–40 g de cada vez para estimular a SPM — comer 200 g numa única refeição não produz o dobro do efeito. O treino de força combinado com proteína adequada é a abordagem comprovada; a proteína isolada, sem treino, não constrói músculo.

Quanta proteína devo comer para perder peso?

Durante a perda de gordura, uma ingestão mais elevada de proteína é especialmente importante para preservar a massa muscular. A investigação (incluindo uma declaração de posição da ISSN de 2016) mostra que comer 2,0–2,4 g/kg durante um défice calórico preserva muito melhor a massa magra do que a recomendação padrão de 0,8 g/kg. Uma pessoa de 70 kg em fase de cutting deve ter como objetivo 140–168 g de proteína por dia. Uma proteína mais elevada também melhora a saciedade — aumenta os níveis do hormona da saciedade peptídeo YY e reduz o hormona da fome grelina — tornando mais fácil manter o défice calórico sem fome excessiva.

Comer demasiada proteína é perigoso?

Para adultos saudáveis sem doença renal prévia, a investigação mostra de forma consistente que ingestas elevadas de proteína (até 2,2 g/kg, ou mesmo superiores em estudos de curto prazo) são seguras. A preocupação de que "a proteína prejudica os rins" provém de estudos em pessoas que já tinham doença renal — não em indivíduos saudáveis. Uma meta-análise de 2016 no Journal of Nutrition and Metabolism não encontrou efeitos adversos na função renal em adultos saudáveis a consumir até 2,8 g/kg/dia. Contudo, ingestas extremamente elevadas (acima de 3,5 g/kg) não proporcionam benefícios adicionais para o ganho muscular e podem reduzir a diversidade de outros nutrientes na dieta. A calculadora limita as recomendações a intervalos seguros e eficazes.

Quais são os melhores alimentos ricos em proteína?

Os alimentos com mais proteína por caloria são: peito de frango (~31 g de proteína por 100 g cozinhado, 165 kcal), atum em conserva (~26 g/100 g, 116 kcal), claras de ovo (~11 g/100 g, 52 kcal), iogurte grego (~10 g/100 g, 59 kcal sem gordura) e carne de vaca magra (~26 g/100 g, 150 kcal). As fontes vegetais incluem tofu (~8 g/100 g), edamame (~11 g/100 g), lentilhas (~9 g/100 g cozinhadas) e tempeh (~19 g/100 g). A proteína de whey em pó fornece cerca de 20–25 g por dose a aproximadamente 100–120 kcal — um suplemento útil, mas não um substituto dos alimentos inteiros. Combinar fontes animais e vegetais garante um perfil completo de aminoácidos essenciais.

Em que se diferencia das calculadoras da Healthline ou do MyFitnessPal?

A calculadora de proteínas da Healthline utiliza multiplicadores fixos sem ajustar para a massa magra ou para fases de cutting vs. bulking. O MyFitnessPal define os objetivos de proteína com base numa percentagem do total calórico (por defeito 20%), o que pode subestimar as necessidades de pessoas ativas em défice calórico. Esta calculadora utiliza os intervalos da declaração de posição da ISSN, ajusta o multiplicador com base no teu objetivo específico e distingue explicitamente entre manutenção sedentária, manutenção ativa, ganho muscular e perda de gordura — fornecendo um intervalo em vez de um único número, porque as necessidades de proteína têm um limite mínimo e máximo real que uma abordagem baseada em percentagem de calorias pode ignorar.

Devo usar o peso corporal total ou a massa magra no cálculo?

Para a maioria das pessoas, o peso corporal total é suficientemente preciso. Se tens muito tecido adiposo, a massa magra (peso total menos peso em gordura) é uma base mais precisa — porque o tecido adiposo não necessita de proteína para manutenção. Por exemplo, uma pessoa de 100 kg com 30% de gordura corporal tem cerca de 70 kg de massa magra, e basear o cálculo em 70 kg em vez de 100 kg evita sobrestimar as necessidades de proteína. Esta calculadora permite-te alternar entre peso total e massa magra se conheceres a tua percentagem de gordura corporal, com uma nota sobre como estimar a %GC usando a fórmula baseada no IMC se não tiveres um scan DEXA.

Os meus dados ficam privados?

Sim. Tudo funciona no teu browser através de JavaScript — o teu peso, idade e objetivo nunca são enviados para qualquer servidor. Não há conta a criar, não é necessário e-mail e não existem limites de utilização. Podes utilizá-la offline após o carregamento inicial da página. Aplicações como o MyFitnessPal requerem registo e armazenam os dados do teu perfil nos seus servidores; esta calculadora mantém tudo no teu dispositivo e elimina-os no momento em que feches o separador. Abre o separador de Rede nas ferramentas de programador do teu browser e verás zero pedidos externos quando calculares.

Funciona no iPhone e Android?

Sim. A calculadora é totalmente responsiva e funciona no Safari do iPhone e no Chrome do Android sem instalar qualquer aplicação. Os campos de introdução, os cartões de resultados e o guia de fontes alimentares adaptam-se corretamente a ecrãs pequenos. Como tudo funciona do lado do cliente, o cálculo é instantâneo mesmo com uma ligação móvel lenta. Não há pop-ups nem pedidos de instalação. Guarda nos favoritos do teu telemóvel para acesso rápido antes de fazer compras ou planear refeições — carrega rapidamente e funciona offline quando em cache.

É necessário criar conta ou pagar?

Sem registo, sem pagamento, sem limites. A calculadora de proteínas é completamente gratuita e assim permanecerá. Ao contrário de aplicações de nutrição por subscrição como a plataforma de coaching da Precision Nutrition ou o Macros+, que cobram 10–15 EUR/mês por recomendações de macronutrientes, esta ferramenta faz o mesmo cálculo gratuitamente em segundos. O UtiloKit é suportado por publicidade — as ferramentas são gratuitas para todos, sem períodos de teste nem funcionalidades bloqueadas.

Como diferem as necessidades de proteína nos adultos mais velhos?

Os adultos mais velhos (65 anos ou mais) precisam de mais proteína do que a recomendação padrão de 0,8 g/kg, não menos. Uma revisão de 2019 em Advances in Nutrition concluiu que adultos acima dos 65 anos precisam de um mínimo de 1,0–1,2 g/kg/dia para compensar a perda muscular relacionada com a idade (sarcopenia), subindo para 1,2–1,6 g/kg em idosos ativos. A síntese proteica muscular torna-se menos eficiente com a idade — um processo chamado resistência anabólica — o que significa que os adultos mais velhos precisam de um estímulo proteico maior por refeição (cerca de 40 g) para obter a mesma resposta de SPM que um adulto mais jovem obtém com 20–25 g. O resultado desta calculadora ajusta-se à idade quando introduzes os teus dados.